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Perspectiva otimista envolve o setor para 2018

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01
mar
Perspectiva otimista envolve o setor para 2018
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2017 foi um dos anos mais desafiadores para o mercado segurador. Apesar de todos os obstáculos da economia, empresários do setor se mostram otimistas. Os indicadores de confiança geram uma percepção mais positiva dos agentes econômicos e dos consumidores sobre a conjuntura e perspectiva de futuro.

ertamente influenciará a retomada, mesmo que gradual, dos investimentos, do consumo, das contratações de pessoas e de serviços. Esta será a peça chave para o crescimento do mercado este ano.

As perspectivas para 2018 são positivas com expectativas pela manutenção da inflação nos limites da meta, ainda por alguma redução da taxa de juros e pela retomada dos empregos. A economia já apresenta sinais de recuperação, com reflexos em segmentos como a Saúde Suplementar. O setor teve discreto crescimento de 0,2% no último trimestre de 2017, encerrando o ano com 47,3 milhões de beneficiários de planos de assistência médico-hospitalar.

O momento eleitoral poderá trazer alguma volatilidade, mas deve pautar um debate fundamental para a retomada do desenvolvimento econômico e social no país, em bases sustentáveis. A expectativa, de uma forma geral, é de que a economia se descole cada vez mais das intempéries políticas e se consolide, crescendo forte em 2018.

Alguns números indicadores da economia fortalecem esse otimismo. A produção de veículos teve um crescimento de 25% e os veículos licenciados alcançaram 9%. Os índices de confiança também foram majorados, da indústria foram acumulados em 17% e do consumidor em 10% de crescimento.
Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP acredita que o mercado de seguros pode esperar muito sucesso neste exercício. “O setor de seguros, mesmo nos períodos de grandes dificuldades, se mostra resiliente e obtém resultados expressivos se comparado a outros segmentos. Assim, se em 2017, a despeito das dificuldades, tivemos crescimento da ordem de 8%; as previsões são muito boas para 2018, quando haverá retomada do crescimento”, prevê.

Confiança
Pesquisa realizada pela Delloite, “Agenda 2018” – que apresenta as expectativas de gestores para suas organizações –, mostra que apesar de 2017 ter sido um ano desafiador para a realização de investimentos, os indicadores são otimistas para o ano atual, e a expectativa é de aumento dos investimentos em 15,8%, onde três a cada quatro empresas consideram fazer investimentos por identificar oportunidades relacionadas especificamente ao seu negócio.

Luiz Philipe Baeta Neves, presidente da Aconseg-RJ vê 2018 como um ano que inspira confiança para o setor. O controle da inflação e a redução dos juros são fatores que aumentam o poder de compra da população e, consequentemente, a procura por seguros. “Apesar de ser um ano eleitoral, há um grande otimismo no mercado financeiro nacional e internacional. Acreditamos que o mercado de seguros brasileiro tenha muito espaço para crescer”, enseja. Graças à retomada da produção de automóveis no país, e com a previsão do decréscimo da sinistralidade na carteira deste setor e do de transportes, pode haver avanço nessa área. “Também é nossa expectativa que teremos aumento na produção das carteiras de Saúde e Vida”, diz Neves.

Fernando Vieira, especialista em seguros imobiliários e proprietário da Vieira Corretora de Seguros, entende que o mercado de seguros teve um saldo positivo em 2017 e cita os fatos positivos: “fechamos o ano com uma inflação de 3%, no limite mínimo da meta. A taxa de juros já está 7% ao ano, um histórico de valor baixo; a confiança de diversos setores – indústria e comércio, por exemplo – está em seus maiores patamares, depois de muito tempo; a produção de veículos vai aumentar em quase 30% nesse exercício. O licenciamento em quase 10% e a taxa de desemprego já mostra sinais de queda”.

Vieira analisa que o Índice de Confiança do Setor de Seguros (ICSS) deve bater o de 2017, que se situou no patamar de 120 pontos. Ou seja, uma visão otimista por parte das empresas de tal setor, no maior patamar desde 2015. “Esse segmento deve ter um crescimento expressivo em 2018, com destaque para o seguro de Pessoas. Estamos investindo em PME Saúde e Vida empresarial. Agora, é esperar que em 2018 o país continue no camino certo”, almeja.


Potencial

Ao analisar a realidade atual do setor de seguros, Richard Freitas, sócio-diretor da Protect Soluções, microfranquia especializada em seguros e soluções administrativas para PMEs, reconhece que o mercado securitário brasileiro tem um potencial de crescimento enorme. “Não à toa cresceu a dois dígitos por uma década e, mesmo em uma séria crise econômica, conseguiu continuar crescendo cerca de 8% a.a.

As estimativas são de que o setor continue demonstrando esta pujança nos anos vindouros. Ainda assim, canso de ouvir que o brasileiro não tem a cultura do seguro. Talvez isso tenha seu lado calcado na realidade, dado que apenas os seguros Auto e Saúde possuem demanda real do consumidor e outros ramos importantíssimos, como RC, Riscos de Engª e Empresarial, ainda são pouco difundidos”, comenta.

Em sua opinião, poucos têm feito algo diferente para tornar a demanda latente em real, para enxergar a realidade sob outro prisma. Um exemplo claro que fundamenta a sua visão é o discurso de que o brasileiro não acorda pensando em contratar um seguro de Vida. “Talvez com estas exatas palavras isto seja verdadeiro, mas e os cerca de 25 milhões de brasileiros que contratam um auxílio funeral? Eles não estão, justamente, contratando uma proteção em causa de morte?

E parte deste mercado não é ou não deveria ser atendido por um bom seguro de Vida, que cobriria o serviço funerário e deixaria um capital aos beneficiários, provavelmente a um custo extremamente competitivo? Esta é a dicotomia do mercado securitário atual. Um crescimento relevante, mas com um potencial ainda maior do que tem sido descoberto a cada ano”, analisa.

O professor da Escola Nacional de Seguros (ENS) Arley Boullosa, sócio da Moby Corretora de Seguros, também defende que o mercado precisa mudar. “Estamos muito atrasados. Corretores e seguradoras. Falta muito para existir uma parceria de verdade e precisamos amadurecer para falarmos de negócio. Não acredito que aquele gerente de seguradora que chega sem agendar visita e apenas para beber café na corretora tenha futuro.

Precisam vir com objetivos, estruturados, com produção, sinistralidade e alternativas. Como os corretores também precisam se reinventar. Estou vendo muitos em dificuldade perdendo suas carteiras e não conseguindo prospectar novos clientes. Fazendo o que faziam há cinco anos e sendo atropelados pela tecnologia. Seremos fortemente impactados em breve com novos agentes e novos canais de distribuição. Precisamos dar um salto do ruim para ótimo com urgência”, lança.

Resiliência
A resiliência do mercado de seguros, proveniente principalmente da baixa penetração do segmento no Brasil, permitiu uma estabilidade para o setor mesmo diante da instabilidade econômica. Entre as modalidades de seguro, o produto mais penetrado no Brasil é o seguro Auto e, mesmo assim, somente 30% da frota brasileira é segurada. Para os demais seguros a penetração é ainda muito menor.

Roberto Santos, vice-presidente executivo da Porto Seguro analisa que a indústria precisa trabalhar com processos mais enxutos e com uma comunicação mais simples para o mercado, mostrando a importância do seguro aos clientes.

Em sua visão, um dos grandes desafios do setor é alavancar o cross-selling e trabalhar com a plataforma digital, aliando o mundo web aos corretores de seguros.

“Estamos otimistas com a possibilidade de melhora na economia, no entanto ela deve ser gradual. Assim, as seguradoras precisam estar atentas e se preparar para os impactos que as movimentações políticas podem trazer para o setor”, comenta.

“Ainda vemos possibilidades de expandir no Seguro Auto, principalmente em regiões onde não somos líderes, e nos seguros de Vida, Odontológico e Patrimonial onde a participação desses segmentos no nosso portfólio ainda é pequena”, analisa.

Fernando Grossi, diretor executivo Comercial da Sompo Seguros observa que o mercado segurador brasileiro, assim como muitos outros, tem sofrido o impacto da crise econômica que se instaurou nos últimos anos. “Esse cenário tem impactado o orçamento e consumo das famílias e, por consequência, a produção do setor industrial e de serviços. Por isso, acreditamos que o mercado segurador tende a alcançar índices menores do que os registrados na década passada. Tudo dependerá da retomada da economia como um todo, não é algo específico do setor.

O executivo destaca que o foco da Companhia é desenvolver projetos e ações que façam com que a experiência dos clientes seja prioridade. “Estamos alcançando índices cada vez mais favoráveis nesse sentido. Trabalhar com soluções de seguro competitivas, ágeis e de qualidade nos aproxima cada vez mais dos nossos corretores”, arremata Grossi.

Ao completar 105 anos em 2018, o GBOEX Previdência e Seguro de Pessoas – uma das empresas mais tradicionais do Brasil em seu segmento das Entidades Abertas de Previdência Complementar sem fins lucrativos (EAPCs) – comemora os resultados obtidos até então prevendo muitas mudanças ainda no primeiro semestre.

Segundo dados divulgados no site da Superintendência de Seguros Privados (Susep), o mercado de Previdência Complementar Aberta Sem Fins Lucrativos captou até dezembro de 2017, mais de R$ 470 milhões em contribuições. Cerca de 59% desse total foi arrecadado pelo GBOEX, um crescimento na ordem de 7%, comparado a dezembro do ano anterior.

Ilton Roberto Brum de Oliveira, diretor-presidente da Diretoria Executiva da Companhia revela que no ano passado, a empresa pagou R$ 188 milhões em benefícios, sendo mais de 6 mil beneficiários atendidos. “O crescente desenvolvimento da empresa nos últimos anos está relacionado ao impulsionamento do mercado de previdência e seguros, setor menos atingido pela crise social, política e econômica do país”, afirma.

“O cenário de insegurança generalizada, principalmente em relação à economia e à previdência social, motiva o investimento em alternativas para garantir uma aposentadoria sem preocupações e na busca de opções para proteger e preservar o bem-estar da família”, enfatiza Oliveira.

A Mongeral Aegon Investimentos, a asset do grupo, celebrou R$ 2.8 bilhões de ativos sob gestão e firmou parcerias importantes. Em 2018, pretende avançar nas ações voltadas à inovação e buscar crescer ainda mais, com taxas acima do mercado. “Vamos oferecer as nossas soluções de seguros de vida e de previdência através da venda consultiva. Esperamos também, consolidar a utilização da plataforma de venda digital”, ressalta Helder Molina, presidente da seguradora.

“Acredito que este ano será, novamente, positivo para o setor, pois as pessoas estão mais conscientes sobre a importância de realizar um planejamento financeiro que proteja os três riscos sociais: morte, invalidez e sobrevivência”, complementa.

A despeito de um ambiente econômico ainda desafiador, a Seguros Unimed fechou o ano passado com desempenho bastante positivo em todos os seus segmentos de atuação – Saúde, Odonto, Vida, Previdência e Ramos Elementares, segundo Helton Freitas, diretor-presidente da Companhia. O faturamento consolidado cresceu 10,2% no ano, alcançando a marca de R$ 2,92 bilhões.

Entre as ações que alavancaram os resultados estão a qualificação de seu modelo de gestão, ampliação da rede de serviços e a oferta de programas de cuidado dirigidos, fortalecendo as parcerias comerciais e o relacionamento com seus públicos estratégicos.

“O ganho de eficiência na gestão da Companhia atenuou os efeitos da (desejada) queda dos juros, que impactou o resultado financeiro de todo o mercado segurador no ano passado. Além do crescimento dos prêmios, a redução de 2,3p.p. na sinistralidade – que ficou em 74,2% no conjunto dos segmentos – está entre os fatores que mais contribuíram para o bom desempenho da Seguros Unimed”, revela Freitas.

Novas estratégias
Diante do ambiente econômico, o ano de 2017 foi desafiador para o setor de seguros, de maneira geral. Assim, o crescimento estimado entre 8% e 9% no ano, ainda que próximo do observado em 2016 (9,5%), pode ser considerado positivo e consistente. Esse resultado se pautou, em especial, pela expansão dos ramos de pessoas, como o seguro de vida e a previdência privada, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg).

Elias Zoghbi, sócio-líder da área de Seguros da Deloitte, salienta que por meio do estudo “Agenda 18” (citado acima), foi verificado uma aposta no crescimento do consumo e emprego, com 56% dos gestores participantes da pesquisa prevendo que suas empresas devem lançar novos produtos ou serviços e 41% deles demonstrando intenção de ampliar o número de funcionários em 2018.

“Com as empresas mais enxutas e investimentos retidos, as companhias devem acompanhar as novas demandas deste ano e as adaptações de modelo de consumo e do perfil de clientes do mercado. A perspectiva é que o mercado dará continuidade às adaptações necessárias para atingir resultados operacionais favoráveis alinhadas às práticas de gestão de riscos”, analisa Zoghbi.

“Entendemos que as companhias devem direcionar esforços dedicados às tendências de mercado, como manter o foco em mudanças regulatórias de controles internos, cyber security e práticas contábeis; além de serviços que procuram melhorar os seus resultados, por meio de soluções de eficiência operacional, digital, automações e robotics”.

Francisco de Assis Fernandes, diretor comercial da American Life, seguradora brasileira especializada em oferecer seguros focados em nichos especializados, conta que 2017 foi importante para a Companhia, pois além de alguns lançamentos de produtos no ramo de danos, foi iniciada a operação de RC de Transportes Terrestres de Passageiros. “Isso nos colocou em contato com um maior número de operadores do mercado de seguros.

Praticamente dobramos o número de representantes e corretores de seguros com o novo produto. Queremos crescer 15% este ano”, projeta.

De acordo com o presidente da SulAmérica Gabriel Portella, o período foi de crescimento e evolução em diferentes linhas de negócio para a Companhia, com a criação de novos produtos, parcerias, investimento em tecnologia e expansão de atuação regional.

“Conquistamos esse crescimento por meio da disciplina de subscrições e controle de despesas, do investimento em inovação, da melhoria de processos e de nossas operações, além de ações de capacitação junto aos nossos colaboradores e parceiros de negócios”, acentua.

Para a Aon no Brasil, além de desafios, o ano passado trouxe recompensas, como a aquisição da Admix. “Isso nos fez praticamente dobrar de tamanho na área de saúde e benefícios corporativos, nos deixando responsáveis por 2,7 milhões de vidas. Com isso, colocamos mais R$ 2,3 bilhões em prêmios no mercado segurador, totalizando R$ 7 bilhões em prêmios (incluindo as áreas de riscos, resseguros e seguros massificados)”, revela Marcelo Munerato de Almeida, CEO da Companhia.

Tecnologia
O desenvolvimento tecnológico está promovendo uma revolução por minuto no setor de seguros. Uma inovação simples, as ferramentas de busca transformaram a vida de corretores e analistas de riscos.

Embora uma parte importante dos gestores indique desconhecer algumas tecnologias emergentes, um número significativo de organizações demonstra ter interesse de investir nesses vetores da transformação digital em curso (Pesquisa Delloite “Agenda 18”). No topo da lista das tecnologias que devem receber recursos nos próximos dois anos estão Internet das Coisas (IoT), indústria 4.0, cyber security e analytics.

Marcelo Munerato de Almeida, da Aon Brasil, ressalta que as empresas do setor também estão investindo muito em Big Data. “A Aon já conta com dois centros de inovação e análise de dados para melhorar a avaliação e precificação dos riscos. São mais de 250 analistas que utilizam tecnologias avançadas de monitoramento e cruzam dados reais em escala global”.

Na área de riscos, novas tendências emergiram com o avanço tecnológico. Por um lado – prossegue o executivo –, o Big Data passou a auxiliar as seguradoras a precificar seus produtos de forma muito mais personalizada, complementando as análises estatísticas com informações reais de exposição ao risco dos proponentes. Por outro lado, o risco cibernético se elevou como preocupação para as corporações de todo o mundo, nas mais variadas indústrias, exigindo uma visão holística da gestão de riscos nas empresas.

“2018 deverá ser um ano complexo. Não é mais possível avaliar isoladamente os riscos corporativos. O risco cibernético, por exemplo, se mistura com o risco de reputação da marca, com o risco de interrupção das atividades e em muitos casos até mesmo com o risco patrimonial. Essa perspectiva vai exigir das corporações maturidade para antecipar cenários problemáticos e minimizar impactos. Para nós, essa tendência surge como oportunidade”, complementa.

Marcelo Munerato de Almeida, da AonAlém do mundo virtual, comenta Almeida, há outras tecnologias se materializando que também auxiliam na subscrição e conhecimento dos riscos, como os drones, que permitem um mapeamento mais detalhado e menos trabalhoso de áreas que possam ser afetadas por eventos cobertos nas apólices.

Na área de distribuição a corretagem online ainda é uma promessa mais distante, já que a complexidade das apólices deixa o consumidor pouco confiante para dispensar a figura consultiva do corretor. “Mas isso não significa que não haja iniciativas inovadoras. Nós temos um programa, chamado Corretor Parceiro, que permite compartilhar sua estrutura com corretores autônomos e pequenas e médias empresas. Isso traz uma grande oportunidade de crescimento orgânico para a companhia enquanto desenvolve a cadeia de seguros”, esclarece.

Para a MDS Brasil, o ano foi de grande reflexão e reestruturação a fim de se adequar a uma nova realidade mercadológica, mais competitiva e profissional. André Tostes, diretor financeiro da MDS Brasil comenta que o desafiador cenário macroeconômico, que também impactou o mercado segurador, “nos levou a pensar em uma estratégia que auxiliasse a empresa a superar os desafios e a se preparar para o próximo ano”.

O segurador brasileiro é muito dinâmico e sedento por soluções e serviço de qualidade. Acredito que a comercialização de seguros por canais digitais está transformando a forma de vender seguros, tornando-a mais simples e ágil. Além disso, novas tecnologias como veículos autônomos, telemetria (seguro calculado de acordo com os hábitos de direção de cada condutor), Big Data, Inteligência Artificial para sistemas preditivos em saúde, auditoria médica entre outros devem movimentar o mercado nos próximos anos”, analisa o executivo.

O diretor-presidente do Grupo ADMSEG, Rafael Sciancalepre, considera que o balanço das atividades e toda revolução do processo tecnológico do mercado de seguros fazem parte de todo o cotidiano corporativo. “Percebemos toda evolução das insurtechs atraindo novos recursos e processos inovadores, que fez com que o corretor de seguros, as seguradoras, os líderes das entidades representativas e os prestadores de serviços focassem nesse novo universo de aplicações tecnológicas, criadas para facilitar o trabalho de todos”, salienta.

Para Richard Freitas, da Protect Soluções, o ano passado foi de aprendizado e busca de novos caminhos. “Apesar de longo, este processo foi importante para estabelecermos as bases para 2018, que começa prometendo ser divertido e rentável”, prevê, revelando que a startup investirá em mídia digital e tecnologia para atender a demanda. “O maior desafio não é fazer a tecnologia funcionar, mas estabelecer as melhores práticas e abordagens de modo a transmitir, de forma única, um novo conceito em seguros, que se traduz em um novo jeito de explicar nossos produtos e serviços de forma clara, objetiva e sem o famoso ‘segurês’.

Conteúdo Especial, publicado por Seguro Total, Ano XVIII | Número 186 – 2018

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